<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-9123639253786886342</id><updated>2012-02-16T16:39:33.994-08:00</updated><category term='mentalismo'/><category term='indicações'/><category term='radical'/><category term='terapia'/><category term='introdução'/><category term='behaviorismo'/><category term='variação seleçãp'/><category term='análise fucional'/><category term='skinner'/><title type='text'>Alex Machado</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://alexromachado.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9123639253786886342/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexromachado.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>@lex Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16471318815555664524</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-rxBjbQPvU/TLOwM4uxNgI/AAAAAAAAAIQ/_AQER33AUiw/S220/EuNaGuita2.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>6</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9123639253786886342.post-9045838058385405404</id><published>2010-02-04T06:27:00.000-08:00</published><updated>2010-02-04T06:29:53.781-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='terapia'/><title type='text'>6 pistas para você descobrir se está pronto para a terapia</title><content type='html'>Às vezes, a tristeza é tanta que não imaginamos ninguém capaz de entender por que nos sentimos assim. Não dá vontade de conversar nem com aquela melhor amiga, que sempre ouve tudo, mas... É, você já matou a charada. O problema está bem aí: você fala, ela ouve. E tudo continua igual, ou seja, tudo indica que toda essa tormenta pode voltar a se repetir mais adiante. Já que não dá mesmo para montar uma cúpula e viver isolada dos problemas, que tal então dar um jeito de lidar melhor com eles? Não se trata de milagre e, muito menos, de remédio. O alívio responde pelo nome de terapia. &lt;br /&gt;"Ela proporciona um porto seguro para os pacientes revelarem a si próprios o mais inteiramente possível. Mais que isso, oferece-lhes a experiência de serem aceitos e compreendidos depois de uma profunda exposição", escreve Irvin Yalom, professor de psiquiatria da Universidade de Stanford e autor de Os desafios da terapia -- reflexões para pacientes e terapeutas (Ediouro; R$ 39,90).Com a ajuda dele, listamos seis motivos para ajudar você a identificar se está na hora de combinar aquelas compridas -- e insubstituíveis! -- horas junto à sua melhor amiga com um apoio mais especializado, arremessando para bem longe todo esse peso terrível que, vez ou outra, insiste em aterrissar nas suas costas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Vontade. Só esse motivo já é suficiente para você, pelo menos, procurar um terapeuta. Mas, independente da curiosidade que já justifica a entrevista (é assim que o psicólogo chama a sua primeira conversa com ele, normalmente gratuita), a boa vontade é fundamental para o sucesso de qualquer tratamento desse tipo. Isso porque, para mudar aquilo que está incomodando, você precisa estar disposta a ouvir o que o especialista tem a dizer -- o que não significa concordar com tudo, de maneira alguma. Mas, se estiver sem motivação sequer de começar, respire fundo e espere. Pode ser mesmo que ainda não seja a sua hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Seus problemas são sempre os mesmos. A gente não percebe, mas acaba reagindo da mesma forma à maioria das situações. Resultado? Sem notar, fazemos com que eventos terrivelmente desconfortáveis repitam-se várias e várias vezes. Como só reclamar não adianta nada, um bom terapeuta vai desfiar todo esse novelo e identificar onde está o nó, ajudando você a quebrar os padrões de comportamento que dão origem ao seu sofrimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Desejo de mudar. Aquela pedrinha está ali no seu sapato há anos e você não entende como ela apareceu. Ótimo, você já tem um ponto que explique -- e muito bem! -- uma visita ao psicólogo: alguma coisa está te incomodando. A questão, agora, é saber o que parece mais agradável: remover a tal da pedra (ainda que, talvez, você descubra que tem chulé quando tirar o sapato) ou continuar andando meio manquitola por mais um tempo. Mexer nos seus sentimentos não é fácil e pode causar um grande mal-estar, principalmente no começo. Mas, com um pouco de paciência e apoio especializado, dá para superar esse desafio e ainda sair dele com mais força seguir adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Estar pronto para ouvir. Está achando que começar terapia é só soltar a língua e sair falando todos os seus problemas? É isso, também. Mas não só. Claro que o psicólogo precisa conhecer o que anda se passando na sua cabeça. Mas relaxe um pouco e escute o que ele tem a dizer. Aí está uma das principais diferenças entre uma conversa com sua amiga e uma sessão terapêutica: nesta última, ninguém vai julgar ou criticar você,nem falar o que fazer. O especialista vai tirar um raio-X da situação e mostrar, com detalhes, como tudo aconteceu para chegar até ali. O próximo passo é contigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Descobrir que você não bem assim. No começo, a função do psicólogo pode ser comparada à de um oftalmologista: é como se ele escolhesse a lente certa no seu caso, ajudando a enxergar os problemas (e alegrias) do tamanho exato que tudo isso tem para você -- e mais, ele vai mostrar de onde vêm os parâmetros usados na hora de estabelecer essas medidas. Por que você fica tão arrasada quando recebe uma crítica, por menor que ela seja? E por que se sente desconfortável quando ouve um elogio, por mais merecido que ele seja? Prepare-se para refletir sobre perguntas desse tipo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Ajustar as suas vontades. De uma maneira bastante simples, a terapia serve como uma espécie de mapa, que revela um grande tesouro: o que você realmente quer. Não raro, a sua vontade é diferente daquela que seu pai, sua mãe, seu marido, seus filhos (ou quem mais for importante na sua vida) têm em relação a você. Mas, no dia-a-dia, entra tudo num grande caldeirão de desejos e, sem saber diferenciar uma coisa e outra, a frustração acaba se instalando -- não é mole abrir mão do que você quer em nome do que os outros pensam ser o mais adequado. No começo, não adianta esconder, vai dar mesmo um pouco de medo de enfrentar esse esquadrão que, por muito tempo, definiu o certo e o errado do seu dicionário. Mas isso passa e, quando menos esperar, você já vai ter encontrado força para assumir que seus desejos são, na verdade, diferentes daqueles que projetaram em cima de você. E, pode acreditar, ninguém vai deixar de amar você por causa disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://yahoo.minhavida.com.br/conteudo/1159-6-pistas-para-voce-descobrir-se-esta-pronto-para-aterapia.htm&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9123639253786886342-9045838058385405404?l=alexromachado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexromachado.blogspot.com/feeds/9045838058385405404/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexromachado.blogspot.com/2010/02/6-pistas-para-voce-descobrir-se-esta.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9123639253786886342/posts/default/9045838058385405404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9123639253786886342/posts/default/9045838058385405404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexromachado.blogspot.com/2010/02/6-pistas-para-voce-descobrir-se-esta.html' title='6 pistas para você descobrir se está pronto para a terapia'/><author><name>@lex Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16471318815555664524</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-rxBjbQPvU/TLOwM4uxNgI/AAAAAAAAAIQ/_AQER33AUiw/S220/EuNaGuita2.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9123639253786886342.post-6910982025216263236</id><published>2009-11-24T17:34:00.000-08:00</published><updated>2009-11-24T18:28:23.497-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='análise fucional'/><title type='text'>Sobre backups, tecnologia, pragmatismo e análise do comportamento</title><content type='html'>Bem, devo iniciar contando algo que ocorreu hoje (24/11). Quando preparava meu pendrive no computador da faculdade que leciono, fui surpreendido com uma infecção por vírus, que escondeu todos os meus arquivos. Ao informar-me com um funcionário da área da informática da faculdade, ouvi que meus dados estavam corrompidos e inacessíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus 4Gb de arquivos de aulas estavam pedidos. E aí? Confesso que fiquei tão chocado com a possibilidade que nem mesmo raiva pude sentir. Estava atônito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, cheguei em casa, pesquisei em sites especializados e cheguei no software chamado "Recuva". Resultado: Recuperei TODOS os dados, ainda que estejam misturados e sem nome (imagine só o trabalho que terei...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, você pensa: e o que isso tem a ver com a análise do comportamento? Tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu poderia analisar os respondentes eliciados por esta situação ansiogênica, ou mesmo a relação regras-contingências entre as intruções que tive e as experiências que realizei. Mas o foco aqui será outro. Me importam as estratégias de resolução de problemas que apliquei. Vejamos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Optei por buscar saídas que eficientemente resolvessem minha questão. Aliás, esta é a questão: Quem está sob efeito de estímulos aversivos quer - obviamente - saídas imediatas e eficientes. Nem entro no mérito do imediatismo da cultura atual, mas há algo filogenético nisto também. Em outras palavras, em diferentes graus, todos somos pragmáticos. Interessamos pelas utilidades práticas que nossos conhecimentos nos oferecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao analisarmos funcionalmente nossos comportamentos ou as ações de outros, o mesmo recorte pragmático se faz importante. O sujeito que busca amparo psicológico geralmente encontra-se sobre estimulação aversiva, que possivelmente não será retirada pela simples discussão sobre o caso e as possíveis inferências explicativas. O sujeito busca mudanças em suas relações funcionais, que sejam profundas e duradouras...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para tal, dá-lhe Análise Funcional!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9123639253786886342-6910982025216263236?l=alexromachado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexromachado.blogspot.com/feeds/6910982025216263236/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexromachado.blogspot.com/2009/11/sobre-backups-tecnologia-pragmatismo-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9123639253786886342/posts/default/6910982025216263236'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9123639253786886342/posts/default/6910982025216263236'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexromachado.blogspot.com/2009/11/sobre-backups-tecnologia-pragmatismo-e.html' title='Sobre backups, tecnologia, pragmatismo e análise do comportamento'/><author><name>@lex Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16471318815555664524</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-rxBjbQPvU/TLOwM4uxNgI/AAAAAAAAAIQ/_AQER33AUiw/S220/EuNaGuita2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9123639253786886342.post-3512365912022725787</id><published>2009-09-19T15:13:00.000-07:00</published><updated>2009-09-19T19:01:41.649-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='variação seleçãp'/><title type='text'>Variação e seleção</title><content type='html'>Os amigos mais próximos sabem que meu filho recentemente nasceu... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este novo contexto tem contribuído bastante para que eu pense sobre a questão da variação e seleção do comportamento tão enfatizada pela Análise do Comportamento. Mas o quê sua vida tem a ver com isso? vejamos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre houve um grande interesse em se entender porque as pessoas fazem o que fazem. Porque nos sentimos de determinada forma, porque amamos, mentimos, morremos, etc. Quando não havia ciência ou quando esta não se direcionava aos comportamentos buscavam-se explicações onde fosse possível: estrelas, ventos, espíritos, dons, etc...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde Darwin, a noção de variação e seleção tomou força. Características físicas e de conduta de animais não precisavam mais ser explicadas por meros instintos, dádivas divinas ou mistérios da mãe natureza... Aqui, a interessante "Lei do Efeito", cunhada por Thorndike, teve bom proveito: Os efeitos produzidos no ambiente selecionam as características.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fato é, que Thorndike mais se ocupava de condutas animais do que de características físicas destes. Entretanto, trata-se de uma questão de recorte de análise: Sejamos Skinnerianos e selecionemos a unidade de análise entre filogenética, ontogenética ou cultural...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No nosso caso, vamos resgatar apenas a ontogenia do papai de primeira viagem. À despeito dos supostos "dons", são as tentativas que vem selecionando minhas ações. Desde a discriminação dos determinantes de cada tipo de choro, da alimentação mais adequada, etc., ser pai é mais uma habilidade a ser desenvolvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sou behaviorista, mais vale me lançar às contingências, atento às variáveis de controle (antecedentes e consequentes) às minhas ações... Assim, serei um pai mais rapidamente, com maior flexibilidade e variabilidade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande abraço,&lt;br /&gt;Alex&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9123639253786886342-3512365912022725787?l=alexromachado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexromachado.blogspot.com/feeds/3512365912022725787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexromachado.blogspot.com/2009/09/variacao-e-selecao.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9123639253786886342/posts/default/3512365912022725787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9123639253786886342/posts/default/3512365912022725787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexromachado.blogspot.com/2009/09/variacao-e-selecao.html' title='Variação e seleção'/><author><name>@lex Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16471318815555664524</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-rxBjbQPvU/TLOwM4uxNgI/AAAAAAAAAIQ/_AQER33AUiw/S220/EuNaGuita2.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9123639253786886342.post-2778847775762766200</id><published>2009-03-21T08:42:00.000-07:00</published><updated>2009-04-01T09:45:57.764-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='behaviorismo'/><title type='text'>O "tal" do Comportamento encoberto...</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;No Post anterior eu apontei sobre a ineficiência de explicações mentalistas do comportamento. Entretanto, uma questão poderia ser tomada como pendente: E quanto ao meu "funcionamento psicológico"? Não lembramos, pensamos, etc.? Claro que sim, por isso me ponho aqui a falar do comportamento encoberto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiramente, chamo a atenção para a terminologia escolhida por Skinner: Comportamento Encoberdo! Percebam que ele não os chamou de superiores, mentais (lógico), cognitivos ou coisas do gênero. Por quê? Simples. Segundo Skinner, os comportamentos encobertos só se diferem dos demais por conta da limitação do acesso. Se eu penso, só eu tenho acesso ao conteúdo deste pensamento. Entretanto, pensar sobre algo nada mais é do que dizer uma sentença para mim mesmo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomemos o exemplo deste blog. Enquanto você lê estas linhas, poderia pensar coisas do tipo "poxa, realmente faz sentido", ou "discordo completamente". Em ambos os casos, sua resposta verbal seria audível apenas a você, enquanto ainda se restringisse a um pensamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, para Skinner, os comportamentos encobertos ("tampados" pela pele) estão sob efeito das mesmas leis que regem os demais comportamentos. Se falar é comportamento, pensar (falar para você mesmo) obviamente também o seria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas Alex, porque tenho de saber isso? Não é obvio? Não, não é. A cultura latina mentalista ao extremo em que vivemos nos ensina a lidar com os fenômenos encobertos como se fossem mentais. Este é o problema. Como dito anteriormente, pouco ou nada avançamos na explicação do fenômeno se nos colocamos a "crer" num pensamento autosuficiente, numa personalidade "X" como causas de comportamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário de outras abordagens, não precisamos "acreditar" na "internalização" de conceitos, emoções, lembranças, dados, etc. Não precisamos "supor" a existência de um homúnculo, mente, self, ou qualquer outra entidade "dentro de mim", que controle meu comportamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa postura é: os comportamentos, ocorrendo dentro ou fora do meu corpo, guardam uma relação funcional com contextos e consequências que produzem no ambiente e pronto! Se um paciente relata pensamentos autodepreciativos, idéias de ruína, etc., ele está se comportando, encobertamente, num contexto auto-observação de falha de desempenho e produzindo como consequência a redução de ansiedade. A esta interação entre contexto, ação e consequência que deve repousar nossa análise funcional. "Suposições" acerca de uma personalidade depressiva não adicionam avanço na análise (por mais que pareçam fazê-lo), ná prática, adiciono um nome mas não explico. As intervenções no caso citado ainda repousarão no contexto e na consequência, não na "tal" Personalidade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, me despeço, mandando um grande abraço a todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;:.:Alex:.:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9123639253786886342-2778847775762766200?l=alexromachado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexromachado.blogspot.com/feeds/2778847775762766200/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexromachado.blogspot.com/2009/03/o-tal-do-comportamento-encoberto.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9123639253786886342/posts/default/2778847775762766200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9123639253786886342/posts/default/2778847775762766200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexromachado.blogspot.com/2009/03/o-tal-do-comportamento-encoberto.html' title='O &quot;tal&quot; do Comportamento encoberto...'/><author><name>@lex Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16471318815555664524</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-rxBjbQPvU/TLOwM4uxNgI/AAAAAAAAAIQ/_AQER33AUiw/S220/EuNaGuita2.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9123639253786886342.post-2605556883803700040</id><published>2009-03-08T10:09:00.000-07:00</published><updated>2009-03-08T10:49:04.224-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='skinner'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='radical'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mentalismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='behaviorismo'/><title type='text'>O mentalismo nosso de cada dia</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;O termo "mentalismo" trata-se da prática de atribuir a "entidades sobrenaturais" as causas de nosso comportamento. Skinner, em diversas ocasiões, levantou-se contra tal prática, uma das razões pelas quais propôs um "Behaviorismo Radical". entretanto, pergunta-se: desde quando e porquê o mentalismo ocorreria? Pensemos um pouco sobre isso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora cursos de história da Psicologia e ciências em geral sempre se reportem à Grécia antiga e à Filosofia como iniciadores de tal (na medida em que Sócrátes nos separou dos demais animais por termos a "razão"), penso que a coisa talvez não tenha se iniciado aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta se reportar a estudos antropológicos, sociológicos ou etológicos. Em tribos, onde a filosofia-disciplina jamais pisou, há exemplos inúmeros de práticas mentalistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, até onde compreendo, os homens sempre observaram fenômenos que eram incapazes de explicar. Questões como "de onde viemos", "para onde vamos", etc. são recorrentes. Logo, se meu raciocínio lógico é insuficiente, lanço mão de hipóteses, inferências. Até aí, tudo bem, já que este é o mecanismo inicial da epistemologia como um todo... O problema ocorre quando minhas hipóteses/inferências tornam-se leis inquestionáveis... aí vira questão de credo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em minha experiência acadêmica, as justificativas dos alunos para algumas críticas à Análise do Comportamento repousavam em argumentos de fé (não necessariamente relacionados a qualquer religião), e não em dados empíricos. "Mas, prof., o ser humano tem de ser mais que isso, e a mente, e o desejo, etc?" - me interrogam, aparentemene sem compreender que parte da proposta behaviorista radical repousa justamente na "reletura" de toda uma gama de conceitos mentalistas por décadas utilizados pela psicologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomemos o desejo como exemplo. Obviamente, é de suma importância que a psicologia se debruce sobre a ação de desejar, enquanto comportamento. Até aí, tudo bem. Entretanto, frequentemente se analisa "o desejo", não o verbo, mas o sujeito. Aí, sim, temos problemas. Na medida em que desejo é sujeito, ele se torna "vivo", autosuficiente, quase uma "entidade". Entretanto, a existência do tal "sujeito" é uma inferência a partir do ato de desejar... Logo, se estudarmos &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;o comportamento de desejar&lt;/span&gt; estaremos indo muito mais "fundo" na investigação do que chegaríamos por especulações acerca de um constructo inferido, no caso, o desejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas Alex, e quanto à cultura? Não somos ensinados a dizer e pensar de forma mentalista? Sim, é verdade. O próprio Skinner defendia que a mudança de tal prática cultural pudesse resultar em melhorias na qualidade de vida dos indivíduos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como não é (ainda) nosso caso, sugiro que estejamos ao menos atentos aos mentalismos de cada dia, visto que, em contextos que mereçam análise precisa, tal como a terepia, é indispensável a modificação deste olhar, para resultados mais eficientes, rápidos e durarouros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.: Alex :.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9123639253786886342-2605556883803700040?l=alexromachado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexromachado.blogspot.com/feeds/2605556883803700040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexromachado.blogspot.com/2009/03/o-mentalismo-nosso-de-cada-dia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9123639253786886342/posts/default/2605556883803700040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9123639253786886342/posts/default/2605556883803700040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexromachado.blogspot.com/2009/03/o-mentalismo-nosso-de-cada-dia.html' title='O mentalismo nosso de cada dia'/><author><name>@lex Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16471318815555664524</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-rxBjbQPvU/TLOwM4uxNgI/AAAAAAAAAIQ/_AQER33AUiw/S220/EuNaGuita2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9123639253786886342.post-8386247951621120107</id><published>2009-02-25T06:38:00.001-08:00</published><updated>2009-02-25T16:11:22.510-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='terapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='introdução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='indicações'/><title type='text'>Indicações de tratamento</title><content type='html'>Minha formação como Psicólogo, Mestre em Psicologia pela UFES e Analista do Comportamento, tem como objetiov ampliar habilidades no atendimento de crianças, adolescentes e adultos além de&lt;br /&gt;casais, com demanda de modificação de comportamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso queira se informar mais sobre a características dos serviços prestados, por favor leia o bloco à direita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Att.&lt;br /&gt;Alex Roberto Machado&lt;br /&gt;:.:.:&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9123639253786886342-8386247951621120107?l=alexromachado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexromachado.blogspot.com/feeds/8386247951621120107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexromachado.blogspot.com/2009/02/teste.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9123639253786886342/posts/default/8386247951621120107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9123639253786886342/posts/default/8386247951621120107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexromachado.blogspot.com/2009/02/teste.html' title='Indicações de tratamento'/><author><name>@lex Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16471318815555664524</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-rxBjbQPvU/TLOwM4uxNgI/AAAAAAAAAIQ/_AQER33AUiw/S220/EuNaGuita2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
